Professoras encontram pedras de crack nas fraudas de uma criança em uma creche em Pitanga e a mãe foi presa

 Professoras encontram pedras de crack nas fraudas de uma criança em uma creche em Pitanga e a mãe foi presa

Plantão S&J Informática

Na tarde de sexta-feira, dia 05 de julho de 2024, por volta das 14h30min, a equipe policial militar foi solicitada por uma mulher de 41 anos, juntamente com uma outra mulher de 32 anos, professoras da creche do Jardim Maravilha em Pitanga, onde relataram que foram realizar a troca de fraldas de uma criança, e que encontram uma substância parecida com pedras de crack, que logo em seguida a mãe da criança teria retornando na creche bastante nervosa, pedindo para verificar a bolsa de sua filha, alegando que teria esquecido uma chave.

As professora informaram que após a mãe da criança ao verificar a bolsa de sua filha, saiu de forma abrupta do estabelecimento, e que dessa forma, foi acionado a Policia Militar.

Foi constatado pelos policiais que as referidas pedras encontradas pelas professoras, seria Substancia Análoga a Crack, em um total de 6 pedras que pesadas totalizou 1.3 gramas da droga, todas as pedras embaladas em porções individuais.

Após o fato, foi deslocado até a residência da mãe da criança, onde foi questionada a mulher de 21 anos, que permaneceu em silêncio.

Na residência nada de ilícito foi localizado, porém, vale salientar que a residência encontra-se em péssimas condições de higiene, com animais roedores, resquícios de consumo de drogas (Maconha e Crack) e bebidas alcoólicas, local totalmente insalubre, colocando em risco a saúde da sua filha de 2 anos que convive junto.

Durante a abordagem, ela tentou manusear o seu aparelho celular com a intenção de mandar mensagem para alguém, onde questionada se poderia ser verificado o seu celular, mais ela não permitiu o acesso.

Foi então aprendido o celular juntamente com o valor de R$ 400,00 em espécie, que estava armazenado na capa do referido aparelho.

Por fim, foi dada voz de prisão a mulher e encaminhada até a Delegacia de Polícia Civil, e também foi acionado o Conselho Tutelar que assumiram a responsabilidade sobre a criança.