Denunciado por matar a companheira é condenado a 22 anos, 10 meses e 15 dias pelo Tribunal do Júri de Ponta Grossa

 Denunciado por matar a companheira é condenado a 22 anos, 10 meses e 15 dias pelo Tribunal do Júri de Ponta Grossa

Tribunal do Júri de Ponta Grossa condena a 22 anos, 10 meses e 15 dias de prisão homem denunciado pelo MPPR por matar a companheira em fevereiro de 2024

O Promotor de justiça João Eduardo Antunes Mirais comenta a respeito da condenação.

Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, o Tribunal do Júri condenou a 22 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime inicial fechado um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo assassinato da própria companheira em 17 de fevereiro de 2024.

Conforme a denúncia, apresentada pela 10ª Promotoria de Justiça da comarca, o réu, agora condenado, matou a vítima por asfixia – a motivação seria o fato de as filhas dela não aprovarem o relacionamento, e ele se sentir desprezado.

O Conselho de Sentença acolheu as teses defendidas pelo MPPR, considerando as qualificadoras de motivo torpe, emprego de asfixia e feminicídio. A pena considerou também o crime de furto, pois o criminoso, após o homicídio, furtou uma motocicleta de propriedade da vítima.

O réu já estava preso preventivamente e permaneceu detido para início imediato do cumprimento da pena.

Feminicídio – Na data do crime, o feminicídio (assassinato de uma mulher por razões da condição do sexo feminino) ainda era considerado pela legislação brasileira uma qualificadora do crime de homicídio. Desde 9 de outubro de 2024, o feminicídio é tipificado como crime autônomo.

Processo 0004257-53.2024.8.16.0019

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