MPPR apura suposta Improbidade por parte de um Residente Jurídico da 1ª Promotoria de Pitanga

 MPPR apura suposta Improbidade por parte de um Residente Jurídico da 1ª Promotoria de Pitanga

Um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná por feminicídio qualificado, dois homicídios tentados foi condenado em julgamento no Tribunal do Júri em Pitanga a 68 anos, 10 meses e 15 dias de prisão. As vítimas foram a ex-esposa dele e duas crianças – o enteado do réu e a filha dele, então com 8 e 4 anos, respectivamente. O crime foi praticado em março de 2019.

O Ministério Público do Estado do Paraná – MPPR, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Cândido de Abreu, Promotor Dr. Frederico Augusto Gomes, instaurou em 17 de abril de 2026, um Inquérito Civil de nº 0112.26.000143-6, para apurar eventuais Atos de Improbidade Administrativa e suposto Favorecimento Pessoal do Residente Jurídico da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pitanga/PR.

Em verificação preliminar, apurou-se os fatos relatados em uma Notícia de Fato envolvendo um Residente Jurídico da 1ª Promotoria, o qual teve o desligamento antecipado solicitado logo após o conhecimento dos fatos pelo agente ministerial titular da mencionada Promotoria.

A Promotora Titular da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pitanga se declarou suspeita para atuar no presente procedimento, pelo que, gerado processo via SEI para suspeição e designação de outro membro, e a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Paraná, por intermédio da Resolução nº 2536, designou este Parquet para atuar no feito.

O despacho inicial, além da declaração de suspeição, determinou a cientificarão da Ordem dos Advogados do Brasil (Subseção Guarapuava) para ciência e eventual apuração da conduta da advogada, genitora do noticiado.

Segundo o documento que a nossa reportagem teve acesso e não há sigilo decretado, o Residente Jurídico entrou em contato com uma pessoa por mensagem, relatando que o caso dessa pessoa teria ido parar na promotoria em que ele trabalhava, e uma funcionária acabou comentando que a pessoa envolvida iria pegar uma advogada dativa para acompanhar o processo, ai disse o Jurídico, que a sua mãe é advogada e que gostaria de fazer uma proposta, alegando que o seu carro teria estragado, que só não explodiu por Deus, e que estava bem apertado nas contas, ai teria conversado com a sua genitora e ela teria aceitado a acompanhar o referido processo, e que a forma de pagamento, poderia ser as suas mensalidades do treino dele e de xxxxxxxx, acreditando que daquela forma ficasse bom para ambos, caso aceitasse a proposta.

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