Mulher presa e sua irmã menor apreendida vendendo drogas em um evento em Pitanga

 Mulher presa e sua irmã menor apreendida vendendo drogas em um evento em Pitanga

Foto da Operação 167 Anos do 16º Batalhão de Polícia Militar de Guarapuava

Durante desencadeamento da Operação AIFU no Município de Pitanga, diversas pessoas e veículos foram abordados em uma chácara, onde estava ocorrendo uma festa em desacordo com as normas de contenção da pandemia do covid-19. Durante buscas, foi localizado com a pessoa de “V.S”, 06 pacotes contendo substância análoga a maconha e R$ 150,25 em dinheiro e, com uma adolescente, 22 pinos de substância análoga a cocaína.

Em seguida foi deslocado até à residência de ambas e localizado na casa de “V.S”, mais um pacote contendo substancia análoga a maconha, que após pesado com os demais, totalizou 30 gramas. Na casa da adolescente, foram localizados 463 gramas de substancia análoga a maconha, R$ 246,75 em espécie, uma balança de precisão e também foi apreendido o celular da adolescente.

O Conselho Tutelar acompanhou os procedimentos com a adolescente, que relatou que há pouco tempo reside em Pitanga que morava em Palmital e teria vindo à Pitanga a fim de vender drogas. Relatou que fez várias vendas na cidade e não quis explicar de quem compra a droga para revenda, mesmo sem admitirem, foi verificado que as duas são irmãs e estavam na festa para vender drogas.

Diante dos fatos, dado voz de prisão à “V.S”, e conduzida juntamente com sua irmã menor até a 45ª Delegacia de Polícia Civil de Pitanga para demais procedimentos cabíveis. 

Proprietário da chácara é ameaçado pela pessoa que locou o local para o evento e que quebrou as cláusulas do contrato.

Na madrugada de domingo, dia 15 de agosto de 2021, às 03h30min, atendendo solicitação via central 190, uma equipe policial deslocou até a referida chácara, onde segundo o solicitante proprietário, locou seu imóvel a pessoa de “D.L.S”, o qual realizou um evento no local com aglomeração de diversas pessoas, evento este que foi interditado e notificado durante a Operação AIFU, porém, após a saída das equipes, “D.L.S” continuou no local com mais algumas pessoas, segundo o locatário havia sido quebrado as cláusulas do contrato e queria que “D.L.S” desocupa-se o local.

Ao tentar conversar com “D.L.S”, este se negou a retirar-se e disse que ele iria pagar por isso.

Diante do relato, a equipe fez contato com “D.L.S”, o qual informou que já estavam saindo do local e assim o fizeram, sendo lavrado o boletim de ocorrência e orientado as partes.